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Domingo 28 Setembro 2008
Debate inédito dos vice teve dois fujóes
No dia em que se tornaram públicas as negociações entre os capitães Fábio e Azevedo, os vices dos dois candidatos fugiram do debate promovido pela rádio da Morena FM, ao vivo, na terça, 23, à tarde. Eles só informaram da desistência na hora em que o debate estava marcado para começar, 15h. A vice de capitão Fábio, Acácia Pinho, do PRB, alegou problemas familiares para desistir do evento. A justificativa foi apresentada pela assessoria da campanha peemedebista. Mas, poucos minutos antes do debate, esta mesma coordenação informou a Marcel Leal, presidente da Rede Morena, por telefone, que Acácia "estava a caminho". Já o vice de capitão Azevedo, Antônio Vieira, do DEM, apenas informou que não participaria do debate. Ele deixou para entregar uma carta comunicando a ausência no exato momento em que o debate iria começar. Marcel Leal disse que a atitude de Acácia e Vieira demonstra "falta de respeito à emissora, falta de respeito aos outros candidatos, falta de respeito ao eleitor, falta de respeito a Itabuna". "Quem age desta maneira não tem condições de administrar uma cidade como Itabuna," resumiu. Dois outros vices avisaram com antecedência. Isaías Gomes enviou fax no início da manhã alegando problema pessoal. Zina Barbosa não quis participar.
Juiz combate abusos dos carros de som
O juiz eleitoral de Itabuna, Antonio Laranjeira, reuniu entidades do comércio, OAB e os partidos políticos para reclamar do abuso dos carros de som e exigir um comportamento mais adequado por parte dos contratantes, os candidatos. Nos últimos dias o itabunense tem vivido horas de agonia com os carros de som dos candidatos. Eles usam um volume várias vezes maior que o máximo permitido por lei, ignoram horários e a proximidade com hospitais e repartições públicas. Passando o tempo todo pela Avenida do Cinquentenário e Rua Paulino Veira, principais vias de comércio da cidade, com o som a toda altura, eles impedem as vendas do comércio. "Na loja não dá nem para ouvir meu próprio pensamento," reclama um lojista. "É impossível falar ao telefone, conversar com um cliente, ouvir rádio, enfim... o barulho toma conta e gera, inclusive, estresse. Os carros de som deviam ser simplesmente proibidos," defende outro empresário.



